segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Um cheiro esquisito no ar!!

Muitos( os mais velhos) se lembram de Juan Domingo Peron, presidente da Argentina que se casou, em segundas núpcias com Maria Eduarda Eva de Peron.Foi por três vezes presidente da república, promovendo grandes mudanças no país.
Participou do golpe militar que derrubou o presidente argentino Hipólito Yrigoyen, sendo depois nomeado secretário particular do ministro da Guerra. Cinco anos mais tarde, trabalhou como professor na Escola Superior de Guerra e passou um ano como agregado militar no Chile. Durante este período, publicou cinco livros sobre a história militar e viajou para a Alemanha e a Itália, durante os regimes nazista e fascista, para conhecer melhor os dois sistemas políticos.
Encantado com o regime implantado pelo ditador italiano Benito Mussolini, fundou na Argentina o Grupo de Oficiais Unidos (GOU). Em 1943, este grupo participou de um complô militar que retirou do poder Ramón Castilho. O regime militar assumiu o comando da política argentina nos três anos seguintes, já com uma forte influência de Perón, que foi trabalhar como secretário do Trabalho e do Bem-Estar Social e depois, em 1945, assumiu a vice-presidência da nação e tornou-se ministro da Guerra. Pouco a pouco, Perón foi ganhando respeito entre a população, principalmente entre as camadas mais baixas, chamadas de 'descamisados'.
No dia 9 de outubro de 1945, Perón foi preso e destituído do seu cargo por um levante militar. A sua prisão provocou uma grande crise no governo, com uma intensa campanha popular comandada por líderes de sindicatos e por sua amante, Eva Duarte, popularmente conhecida como Evita, que exigiram a sua liberação.
A pressão popular foi tamanha que no dia 17 de outubro de 1945 Perón foi libertado. Nesta noite, sobre a sacada da Casa Rosada, sede do governo argentino, Perón fez um discurso para mais de 300 mil pessoas, onde iniciou a sua campanha para subir ao poder, prometendo conduzir o povo até a vitória na eleição presidencial. Alguns dias depois, casou-se com Evita, que também já exercia um enorme influência na população mais pobre.Perón foi um ditdor e a Argentina se afundou com o seu nacionalismo/paternalismo.
Estas notas são, guardadas as devidas proporções, para dizer que há um cheiro de Justicialismo no ar quando se nota que o atual ocupante do Planalto, promove uma espécie de fecundação da nação ao impor o nome de Dilma. Se de um lado houve a Evita parece que agora pode vir Dilmita, a guerrilheira.
Acho que quando a visão de um povo está comprometida devemos supor que alguma coisa está fedendo. Sugiro que se tape o nariz e se aplique um golpe:VOTE SERRA.

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